Gestantes são atendidas no chão em Maternidade de Maceió

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A situação da saúde em Alagoas encontra-se em estado de emergência.

Depois do fechamento da maternidade e UTI (Unidade de tratamento intensiva) do Hospital Universitário  (HU), por conta das oito mortes causada por infecção hospitalar, decorrente da  superbactéria, Acinectobater.

Com o fechamento do HU, a situação que não era boa na única unidade de saúde do  estado, destinada ao atendimento de gestantes com parto de risco. O Hospital Maternidade Escola Santa Mônica encontra-se em condições precárias de atendimento às mulheres gestante em Alagoas.

Veja a situação das gestantes na Unidade de Médica.

Maternidade Escola Santa Mônica




                                                                 


Falta de energia elétrica constante deixa municípios alagoanos na escuridão

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Virou rotina, se chove, falta energia, se o vento estiver um pouco agitado, a energia vai embora – quando escureci, quando amanhece, ao entardecer e na madrugada – energia elétrica? "Já era parceir@"!

Esta é a  rotina,  má serviço prestado com a energia cara nossa de todo dia,  a  Eletrobrás distribuição  Alagoas (ceal), na terra dos marechais. É comum encontrar cidades inteiras a mais de 24 horas sem energia elétrica, na capital, vários bairros,  completamente às escuras.

Não existe uma explicação técnica por parte da empresa para a causa dos apagões e a solução num curto prazo, as resposta são sempre as mesmas, nada de convincente. Serviço caro, custo alto, além da comunicação distante entre a empresa e o consumidor.

As conseqüências são enormes, falta água, acidentes de trânsito, semáforos parados, desconforto e apreensão – diante da violência gritante que vive os alagoanos, não da pra ficar na escuridão o tempo todo – o que se espera é uma solução eficiente para a falta de energia, e um esclarecimento verdadeiro a população do que esta realmente acontecendo no estado. Ninguém aguenta mais viver com constantes quedas na rede elétrica.

Precisamos de respostas práticas e imediatas, as constantes quedas de energia, já ocasiona prejuízos à população, é preciso que o serviço de energia elétrica tenha sua qualidade garantida, que seja ágil, eficiente e eficaz – como é, o corte no fornecimento de energia, que a mesma empresa realiza quando não se paga a conta! – melhorar o atendimento ao cidadão, renovar seu sistema de atendimento, esclarecer de fato a sociedade, o porquê de tantos apagões em Alagoas. 

Josival  Oliveira

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá Nós podemos tudo, nós podemos mais

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Depois de uma semana de fatos que nos deixaram perplexos e tristes. Fica entre nós a pergunta; Meu Deus, porque isto?, entender o que acontece em nossa volta, é, as vezes, ajudar alguém que está bem pertinho  da gente!.

Negar todas as formas de violência - garantia de harmonia - Superação, um desafio, não da pra dizer até onde vai ou chega, entretanto, fica o compromisso de superarmos as tragédias, o fim, como um recomeço de exemplo e espaço para a vida. Deixo neste espaço, uma mensagem a todas as familias que sangram pela tragédia de realengo.


Nunca Pare de Sonhar Gonzaguinha


Ontem um menino que brincava me falou


Hoje é semente do amanhã


Para não ter medo que este tempo vai passar

Não se desespere e nem pare de sonhar

Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs

Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será









CARTA DO ASSASSINO QUE MATOU CRIANÇAS EM ESCOLA NO RIO DE JANEIRO

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Invadiu na quinta pela manha (7/4/11),  uma escola no Rio de Janeiro e atirou em várias crianças, mais de 11 crianças morreram. Leia a carta escrita pelo assassino (Wellington Menezes de Oliveira), encontrada em seu bolso.

 “Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas.

Nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão.

Os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão.

Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida.”

“Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições.
Os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa.

Eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, pois cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi.”

Sem um “prefeito de verdade”, Joaquim Gomes deixa de ter uma administração baseada em pilares políticos consistentes

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Marcada por uma disputa acirrada, o pleito eleitoral de 2008 na cidade de Joaquim Gomes, seguida de uma cassação movida pelo Tribunal Regional eleitoral de alagoas – cassou os então candidatos eleitos na época, Amara Cristina e José Siden, por demonstrar a entrega de dinheiro por cabos eleitorais da candidata, em troca de votos - levou o povo deste lugar a ter o município administrado por dois prefeitos “tampão” até os dias atuais.

Arrastando-se até hoje, a situação é, suspensa a eleição direta anteriormente marcada pelo TRE/AL, o povo ficou na dependência do julgamento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que poderá ter sua situação regularizada a qualquer momento, assim, o TSE, julgue o caso.

Para o município, ficou o desconforto de ser administrado por gestores não escolhidos de fato e no voto, a situação transcorreu conforme a lei. No entanto, se o quadro geral da cidade já não era das melhores, sem um “prefeito de verdade”, Joaquim Gomes deixou de ter uma administração baseada em pilares políticos consistentes, e vivendo, acredito eu, em uma experiência de gestões pífias, administrações essas, que mostram diante de suas práticas, que vai ficar para um outro momento, a tão esperada alavancada para a melhora do município e consequentemente a vida das pessoas deste lugar.

Distante apenas, 63 km da capital alagoana, Joaquim Gomes, possui uma população estimada em mais de 19 mil habitantes, segundo o IBGE. A cidade amarga a triste marca no ranking de desenvolvimento, está em 86º dos 101 municípios do Estado. Suas administrações não foram capazes de diminuir sua miserabilidade, a situação de inconstância política que vive o município, nos mostra, uma postura cabal de políticos, incapaz de sucumbir seus interesses particulares e realmente, agir como deveria ser um verdadeiro representante do povo.

A inércia administrativa eleva ainda mais o descaso com a gestão pública, a inserção das políticas sociais continua sendo uma verdadeira demanda para a grande maioria da população de Joaquim Gomes. Infelizmente, a situação continua como antes, falta moradia, saúde, educação, saneamento básico e emprego. O que se vê é um verdadeiro festival de vícios, velhas práticas, uma política amadora e sem perspectivas, onde o desejo “EU” continua a frente dos anseios do povo.

Recentemente, matéria postada no site jg noticia; leia na integra, o texto publicado, relata uma discussão recheada de palavrões e ameaças, envolvendo o vereador citado “ferreirinha” bem como o atual prefeito tampão (nego sarrapião) e o que lhe antecedeu, o edil, conhecido como bida, em plena seção na câmara municipal de vereadores. Toda esta discrepância foi ocasionado por uma solicitação oficial feita pelo parlamentar Ferreirinha, em requerer o demonstrativo das contas bancárias da prefeitura, para análise. O que nos deixa estarrecido é a forma clara, em seus calientes debates, parece que a situação não esta andando bem como deveria. O caixa da prefeitura é guardado a sete chaves, e ninguém ta sabendo na verdade, se está sendo aplicado de forma correta o erário público municipal. Com administrações mambembes, Joaquim Gomes, sofre as duras penas, o obscuro e o contestável.

É preciso não esquecer que se aproximam as eleições, e a cidade precisa se desvencilhar desta malha política, que perdura hoje na cidade, eleger representantes do povo com qualidade política e capacidade de criar mecanismos estruturantes que fomente o desenvolvimento político, econômico e social para uma sólida melhora na vida de sua população.

Josival Oliveira

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