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É acocho, é arrocho e tome gente!
Marcadores: Alagoas, charge, corrupção, Dilma, escândalos, governo, Presidente 0 comentáriosÉ acocho, é arrocho e tome gente! É prisão, escândalos, demissões e muita sujeira. Corre Presidenta #Dilma aperrrrta se não o bicho pega!
Josival Oliveira @blogdojosival às 09:34
Combate-se o crime não só com viaturas e motos é preciso valorizar o Policial
Marcadores: Alagoas, cidadã, governo, polícia, ronda, violência 0 comentários![]() |
| foto - blogdoonyx.wordpres.com |
Na tentativa de conter a onda de crimes que vem assolando a Capital alagoana, o Governo do Estado e sua cúpula da Segurança Pública, ontem (18) lançou um novo modelo de segurança para combater a criminalidade, “Ronda Cidadã” que vai proteger o patrimônio público e as residências na Capital alagoana.
Na primeira etapa do Ronda Cidadã, 80 militares da Polícia Militar de Alagoas distribuídos em nove viaturas e 12 motocicletas farão rondas em sete pontos críticos de Maceió, Ponta verde, Stella Maris, Jatiúca, Benedito Bentes e Distrito Industrial.
O grande questionamento e a grande dúvida que continua perante a população é se realmente estas medidas de fato conseguirá sanar ou até mesmo iniciar um processo de redução da onda de violência que mata homens, mulheres, jovens e crianças.
Se de um lado o Poder executivo afirma que esta no rumo certo no combate a violência, o que vemos nos bastidores é uma verdadeira insatisfação das Polícias Militar e Civil com o alto comando da segurança no Estado.
Os desgastes – da recente greve - ocasionados pela má condução (do governo) nas negociações com o comando de greve das Policias (militar, civil e bombeiros), os 7% de aumento oferecido pelo Governo Estadual e aceito pela corporação depois de muitas manifestações, descontroles, ameaças, bombas e quebradeiras criaram uma insatisfação das policias diante de seu alto comando e ai, vem novamente, uma questão que se fala e ressurge com o novo modelo de segurança oferecido a população.
Qual a garantia que temos desta segurança pública que nos é oferecida se o agente principal – o policial – ainda perdura com uma remuneração desvalorizada sem incentivo e trabalhando em escala exaustiva e com estruturas precárias? Como que o Estado vai combater o crime se as delegacias estão em situação de precariedade, super lotadas e com falta de agentes e delegados?
Modelos, quando dão certos tem que ser reproduzidos mesmos, entretanto, o que preocupa é se este que foi apresentado à população é condizente com a realidade alagoana, nada adianta espalhar viaturas com alguns aparelhos tecnológicos se o policial que é a principal peça da história continua com salários que não lhes garante o sustento seu e de sua família se sua estrutura de trabalho continua a mesma de ontem, anteontem e até mesmo do mês passado.
Também se combate o crime valorizando o profissional da área, garantir sua sustentabilidade de forma digna e justa é mostrar para sociedade que nossos agentes de segurança estão resguardados e que seu merecimento diante da dura realidade ao que trabalha e enfrenta todos os dias, está sendo compensado e valorizado, seja com salário decente qualidade no serviço e assistência necessária que se precise para quem tem que viver correndo e trocando bala em nossas ruas, bairros e grotas.
Josival Oliveira @blogdojosival às 00:01
Alagoas: Segurança Pública é caótica
Marcadores: Alagoas, governo, secretário de Segurança, violência 0 comentáriosImaginem um caminhão descendo ladeira abaixo sem freio, desgovernado, completamente sem rumo e numa velocidade maior a cada vez que suas rodas giram, conseguiu imaginar? Pois bem, esta imagem, que você criou em sua mente, pode descrever em nossos dias, digo, todos os dias. É a violência em Alagoas.
Não é novidade para as noticias e afins a situação caótica e lamentável ao qual se encontra a terra dos menestréis, se já não bastasse à miséria que assola seu povo, os coronéis que ainda reinam, mandam e desmandam na política agora, é o crime que determina suas ordens e de forma livre leve e solta cometem suas atrocidades para com o cidadão comum e nada é feito ou tomado providência.
É difícil imaginar aonde vai parar tudo isto! É visível e vivido que a política de segurança pública esta definhando a cada dia e suas práticas de combate a violência são pífias e ineficazes para a realidade ao qual passamos todos nós.
Se de um lado o Governo do PSDB alagoano referenda a gestão do Secretário de Segurança Pública (coronel Dário Cesar), sua base – as Policia Militar e Civil – não demonstra nenhuma crédito para com o mesmo, são críticas e insatisfações diante da postura e dos desmandos ora denunciados pelos próprios policiais, o seu alto comando, perdeu o controle e a confiança.
A insatisfação da corporação é vista a olho nu e cru para todos os lados aonde se vá. É denuncias reclamações, desmandos e abusos. Afundada num mar de erros e contradições a, segurança pública, encontra-se numa maca nos corredores do Hospital Geral do Estado - HGE (cuja situação é vergonhosa) a espera de uma cura para sua doença – a “pneumonia aguda” administrativa.
Para a sociedade, tristemente, restou encurralar-se em suas casas na tentativa de preservar suas vidas e tendo que aprender a conviver com o medo e o terror, agora é normal, andar numa rua qualquer e assistir um assassinato, virou situação corriqueira, esta dentro de um ônibus, geralmente no horário da tarde e noite na hora do retorno para o lar após um dia de trabalho, ser vítima de assalto, já não bastasse o péssimo serviço de transporte público, também não oferece segurança alguma.
Aqui se matam vários hoje e ainda ficam encomendados e amarrados os programados para morrer no outro dia.
Aos poderes (Executivo, Legislativo e judiciário) fica a grande interrogação, onde vamos parar com tanta impunidade? A população espera ansiosa por uma ação social capaz de combater a violência em outros moldes, pois, este velho e arrogante ainda promulgado por vocês já mostraram e mostra atualmente que está falido e não muda em nada a realidade brutal vivida pelos milhares de alagoanos. Construir espaços de sociabilidade, política de emprego e moradia com certeza trará um aspecto novo e diferente para o qual o povo tanto espera.
Mudanças na política são indispensáveis para a minimização da violência, inserir o povo pobre no mercado de trabalho, a juventude na escola é também uma garantia de combate a violência, ir pra televisão dizer que vai aumentar a tropa, fazer uma segurança ostensiva é novamente utilizar de suas práticas paliativas que não resolverá nada ou até mesmo piorará a situação, este tipo de prática já vemos todos os dias e há muito tempo e nunca resolveu e ao que me parece, não resolverá.
Garantir uma Política Pública eficiente, seriedade e aplicabilidade correta e justa do erário público bem como uma administração transparente é mostrar para a sociedade que existe possibilidades reais de sairmos deste estado de alerta e medo, o povo não agüenta mais essa banalização da violência que mata pais, mães e filhos e ameaça uma grande maioria da sociedade que vive nas grotas, favelas e bairros populares.
http://www.webartigos.com/articles/71370/1/Alagoas-Seguranca-Publica-e-Caotica/pagina1.html
Noticias da violência:
http://www.webartigos.com/articles/71370/1/Alagoas-Seguranca-Publica-e-Caotica/pagina1.html
Noticias da violência:
Josival Oliveira @blogdojosival às 20:03
A respeito da “PASSEATA DOS CARAS PINTADAS”
Marcadores: Alagoas, caras pintadas, CPT/Alagoas, cut, governador, governo, Greve, manifestação, manifesto, MLST, movimentos, MST, MTL, sindicato, sociais 0 comentáriosFoi top nas redes sociais e correios eletrônicos em todo Estado o chamado para a passeata. Com um tom mobilizador e apelativo ela têm como alvo principal, o pedido de impeachment do governador Teotônio Vilela Filho.
Esta semana, como um vírus digital, um e-mail chamado de "PASSEATA DOS CARAS PINTADAS", foi o assunto comentado em toda Alagoas. Sem ter nenhuma assinatura, responsáveis e nem entidades classistas que tenha assumido o prelúdio documento para a tal mobilização, até o momento o texto que roda na internet, nos bastidores da política e nas ruas, é desconhecida a sua origem.
O manifesto trás no seu conteúdo uma verdadeira avalanche de denuncias e posições políticas confusas e contraditórias para alguém que realmente quer mobilizar pessoas para uma manifestação. Obviamente que o direito de protestar é dado a todos perante o regime democrático ao qual fazemos parte, entretanto, é complicado, espalhar de forma anônima um texto, fazendo análise – mesmo que muito vazia – e convocando o povo para tomar conta das ruas e nem se quer dizer ou assumir tal convocação. Anônimo não é ninguém.
Em conversa com um dos representantes do movimento unificado da greve dos servidores estadual e representante da CUT/Alagoas, Lenilda Lima, afirma para o blogdojosival, que não existe nenhuma deliberação ou articulação para tal mobilização e divulgação de documento. Para a sindicalista, a proposta espalhada na internet só atrapalha as negociações dos sindicatos com o governo estadual.
Para o secretário do gabinete Civil, Álvaro Machado, o chamado – obscuro - para o impeachment do governador Téo, “é uma tentativa despolitizada de desestabilizar um governo que foi reeleito pelo povo para seu segundo mandato”. Segundo Machado, ele teria conversado com o presidente da CUT (Isaac Jackson), que afirma que essa manifestação proposta à sociedade não tem nenhum incentivo e/ou participação da Central Única dos trabalhadores. Quem será então?
Consultados também pelo blog, os movimentos de luta pela terra em Alagoas (CPT, MTL, MST e MLST) afirmam não terem tido nenhuma conversa ou convocação para discussão do ato da sexta feira e que não terá a participação de nenhuma das organizações campesinas.
Não coloquei neste Post, o referido manifesto, como não se sabe de fato quem é o comando da manifestação, acho prudente não mostrar aqui, o documento divulgado. Porém, deixo aqui, perguntas que pairam no ar, sobre algumas questões do manifesto, eles afirmam ter “uns brinquedinhos” para serem utilizados e distribuídos entre todos os presentes no ato de impeachment do governador, então, fica abaixo as indagações.
1. Quem é os “caras pintadas de Alagoas”?
2. A respeito das 7.652 latinhas de tintas, a serem utilizadas no protesto, quem esta pagando?
3. Os 5.899 narizes de palhaços e os 8.500 apitos, a serem distribuídos aos manifestantes, quem pagou por eles?
4. O trio elétrico e os três carros de som confirmados para o ato, quem contratou o serviço?
Não é novidade a crise e o difícil entendimento dos servidores público estadual e suas demandas com o governador Téo Vilela – a briga é desde o inicio do mandato - a crescente e assustadora onda de violência em todo Estado. Semana passada, assistimos perplexo a perca de controle do comando unificado da greve e os oportunistas de plantão que ocasionaram um verdadeiro quebra-quebra no prédio da Secretaria da Fazenda estadual, bombas sendo jogadas no quartel da Policia Militar e as ameaças feitas a cidadãos comuns que reclamavam do fechamento das principais ruas da Capital. O clima esquentou.
Se a proposta da mobilização retrata as dificuldades enfrentadas pelos diversos setores do governo, porque que os sindicatos e a CUT não foram chamados? É de estranhar uma mobilização que não apareça às lideranças envolvidas, é de uma tamanha irresponsabilidade promover atos que já em seu teor chamativo, traga nas entre linhas um sentimento de raiva capaz de gerar em algum momento situações de violência.
A nossa democracia - como disse anteriormente – nos permite reivindicar direitos, mais, é preciso primeiro, mostrar quem somos de onde viemos e o que queremos. Subjetividade e obscuridade nunca foram pertinentes para a negociação e entendimentos políticos. Nem tão pouco resolverá á toque de caixa, todos os problemas do Estado de Alagoas.
Josival Oliveira @blogdojosival às 18:53
E a greve continua companheiro!(Cena 2)
Marcadores: civil, governo, Greve, militar, polícia, salário, sindicato 0 comentáriosÉ parceir@! E o reajuste dos servidores públicos estaduais das Alagoas, continua sendo uma espinha na garganta do Governador Teotônio Vilela (PSDB). Tá difícil o entendimento entre governo e servidores, a corda estica, a porca torce o rabo, até o governador dar gargalhadas, mais, a greve continua.
O coro foi geral, militares e servidores da educação dão um não para a nova proposta de 7% de reajuste oferecido pelo executivo afirmando que as reivindicações permanecem, a educação avisa paralisação das escolas estaduais durante oito dias.
Na segurança, a situação se agrava, insatisfeitos com o posicionamento do governador, policiais militares vêm enfrentando sua cúpula e seus códigos de éticas, não aceitam o reajuste e cobram do poder executivo medidas urgentes não só para as questões salariais, mais, as melhorias nas condições de trabalho. Entrevistado por uma rádio local na capital alagoana, o presidente da associação dos oficiais da Policia Militar, Wellington Fragoso, critica a entrega simbólica feita pelo governador da chave de uma moto e de um carro, para uso da PM, para o presidente o ato é um absurdo, para ele só faltou “o governador dar de brinde três cavalos, duas bicicletas e quatro cachorros” preferia, a contratação de 2000 policiais para melhorar o efetivo, afirma o oficial sindicalista.
Na Polícia Civil não é diferente, achatados ao limite do trabalho, policias civis negam a proposta e criticam as condições físicas e estruturais oferecidas pelo estado, são delegacias em péssimas condições de trabalho, além do excesso de trabalho e a falta de equiparação salarial entre agentes e delegados, a reclamação é geral.
Infelizmente, a demora nas negociações traz a população um sentimento de preocupação e medo, principalmente para os índices de assaltos e assassinatos que vem acontecendo na capital e no interior, se antes já estava difícil a segurança, agora é que não da para contar com ela, os bandidos estão à solta; ônibus assaltado, taxista morto, supermercados sendo roubados, chacinas, assassinatos e furtos de todos os tipos. É, o bicho ta pegando!
A briga do governador com os servidores públicos estadual virou um novelão clássico – daquelas que o fim nunca chega – ta na hora do governo tomar uma atitude plausível, ao menos, melhorar o diálogo e mostrar por definitivo uma saída que tranqüilize o trabalhador, garantir uma melhoria na qualidade do serviço na segurança e consiga aplicar de forma coesa e eficaz uma segurança pública. Se for pra continuar da forma que é, certamente, o fim desta novela estará cada dia mais distante e o público – o Zé povo – ficará ainda mais de saco cheio e descrente das promessas feitas em palanque eleitoral, bem como, uma novela que já começou chata e pra piorar, nunca chega o fim.
Josival Oliveira @blogdojosival às 02:23
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