Mostrando postagens com marcador Alagoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alagoas. Mostrar todas as postagens

Eletrobrás Põe na Cruz à bela Paripueira

0 comentários


Distante 25 km da Linda capital Alagoana, a cidade de Paripueira, praia de águas mansas e mornas tem em seu tempo de existência momentos de crescimento, expansão e muito desmando político. Vítima da velha prática à bela cidade, ainda procura um caminho para sua ascensão, suas administrações passadas deixaram a cidade em um estado caótico.

A bela cidade mostra atualmente o trabalho do poder executivo municipal, uma mudança significativa em vários de seus aspectos, que ontem eram negativos; diminuiu o lixo a saúde esta sendo tratada com responsabilidade e atualmente é bonito ver veranistas e turistas voltarem a frequentar a bela praia do litoral norte alagoano.

Claro que a cidade ainda vive, os seus problemas sociais. O CRACK, a violência, desemprego, moradia, roubo e o clima de insegurança ainda é sentido por todos que residem na cidade, sem falar que a paradisíaca praia tem ruas com esgoto correndo a céu aberto.

 Mais o que me faz escrever e levar ao conhecimento de quem por acaso ler este Post é que a cidade vive uma situação de descontrole e de total falta de respeito com o cliente, este problema mais uma vez é ocasionado pela Eletrobrás – distribuidor Alagoas.

A realidade é absurda! Praticamente todos os dias a população esta sendo obrigada a conviver com a falta do fornecimento de energia em horários vários; pela manha, à tarde e a noite, sem falar que, pela madrugada é o momento rotineiro para a falta de energia. Imagine a situação do comerciante local que depende deste fornecimento para garantir o funcionamento e a conservação de seus produtos em frízer e geladeira, a espera do cliente.

A causa da falha no fornecimento de luz elétrica oferecido na linda “Paris” – como é chamada carinhosamente a cidade pela população -  pela Eletrobrás é algo obscuro para a comunidade, não existe uma explicação da verdadeira causa das falhas constantes no fornecimento de energia sem falar no serviço de atendimento ao cliente (SAC), este ai, já era!  É horroroso. Os funcionários que atendem os clientes não conseguem informar de forma correta e a verdadeira causa da falta constante de energia.

Suas explicações e justificativas muitas das vezes ou quase sempre não esclarecem ao cliente, a causa e o tempo de solução do problema, este, continua sendo ainda um mistério.

A Eletrobrás precisa tornar o seu serviço de fornecimento ágil, igualmente ao sistema de cobranças e corte que a mesma executa quando não é feito o pagamento, bastam 15 dias apenas, para a empresa enviar seus representantes para “passar o alicate”.

O sentimento é de abandono e desrespeito ao cidadão que paga caro pelo fornecimento.


É acocho, é arrocho e tome gente!

0 comentários

É acocho, é arrocho e tome gente! É prisão, escândalos, demissões e muita sujeira. Corre Presidenta #Dilma aperrrrta se não o bicho pega!



Créditos da Imagem - noticias.uol.com.br



Combate-se o crime não só com viaturas e motos é preciso valorizar o Policial

0 comentários


foto - blogdoonyx.wordpres.com
Na tentativa de conter a onda de crimes que vem assolando a Capital alagoana, o Governo do Estado e sua cúpula da Segurança Pública, ontem (18) lançou um novo modelo de segurança para combater a criminalidade, “Ronda Cidadã” que vai proteger o patrimônio público e as residências na Capital alagoana.

Na primeira etapa do Ronda Cidadã, 80 militares da Polícia Militar de Alagoas distribuídos em nove viaturas e 12 motocicletas farão rondas em sete pontos críticos de Maceió, Ponta verde, Stella Maris, Jatiúca, Benedito Bentes e Distrito Industrial.

O grande questionamento e a grande dúvida que continua perante a população é se realmente estas medidas de fato conseguirá sanar ou até mesmo iniciar um processo de redução da onda de violência que mata homens, mulheres, jovens e crianças.

Se de um lado o Poder executivo afirma que esta no rumo certo no combate a violência, o que vemos nos bastidores é uma verdadeira insatisfação das Polícias Militar e Civil com o alto comando da segurança no Estado.

Os desgastes – da recente greve - ocasionados pela má condução (do governo) nas negociações com o comando de greve das Policias (militar, civil e bombeiros), os 7% de aumento oferecido pelo Governo Estadual e aceito pela corporação depois de muitas manifestações, descontroles, ameaças, bombas e quebradeiras criaram uma insatisfação das policias diante de seu alto comando e ai, vem novamente, uma questão que se fala e ressurge com o novo modelo de segurança oferecido a população.

Qual a garantia que temos desta segurança pública que nos é oferecida se o agente principal   – o policial – ainda perdura com uma remuneração desvalorizada sem incentivo  e trabalhando em escala exaustiva e com estruturas precárias? Como que o Estado vai combater o crime se as delegacias estão em situação de precariedade, super lotadas e com falta de agentes e delegados?

Modelos, quando dão certos tem que ser reproduzidos mesmos, entretanto, o que preocupa é se este que foi apresentado à população é condizente com a realidade alagoana, nada adianta espalhar viaturas com alguns aparelhos tecnológicos se o policial que é a principal peça da história continua com salários que não lhes garante o sustento seu e de sua família se sua estrutura de trabalho continua a mesma de ontem, anteontem e até mesmo do mês passado.

Também se combate o crime valorizando o profissional da área, garantir sua sustentabilidade de forma digna e justa é mostrar para sociedade que nossos agentes de segurança estão resguardados e que seu merecimento diante da dura realidade ao que trabalha e enfrenta todos os dias, está sendo compensado e valorizado, seja com salário decente qualidade no serviço e assistência necessária que se precise para quem tem que viver correndo e trocando bala em nossas ruas, bairros e grotas.

Alagoas: Segurança Pública é caótica

0 comentários



Imaginem um caminhão descendo ladeira abaixo sem freio, desgovernado, completamente sem rumo e numa velocidade maior a cada vez que suas rodas giram, conseguiu imaginar? Pois bem, esta imagem, que você criou em sua mente, pode descrever em nossos dias, digo, todos os dias. É a violência em Alagoas.

Não é novidade para as noticias e afins a situação caótica e lamentável ao qual se encontra a terra dos menestréis, se já não bastasse à miséria que assola seu povo, os coronéis que ainda reinam, mandam e desmandam na política agora, é o crime que determina suas ordens e de forma livre leve e solta cometem suas atrocidades para com o cidadão comum e nada é feito ou tomado providência.

É difícil imaginar aonde vai parar tudo isto! É visível e vivido que a política de segurança pública esta definhando a cada dia e suas práticas de combate a violência são pífias e ineficazes para a realidade ao qual passamos todos nós.

Se de um lado o Governo do PSDB alagoano referenda a gestão do Secretário de Segurança Pública (coronel Dário Cesar), sua base – as Policia Militar e Civil – não demonstra nenhuma crédito para com o mesmo, são críticas e insatisfações diante da postura e dos desmandos ora denunciados pelos próprios policiais, o seu alto comando, perdeu o  controle e a confiança.

A insatisfação da corporação é vista a olho nu e cru para todos os lados aonde se vá. É denuncias reclamações, desmandos e abusos. Afundada num mar de erros e contradições a, segurança pública, encontra-se numa maca nos corredores do Hospital Geral do Estado - HGE (cuja situação é vergonhosa) a espera de uma cura para sua doença – a “pneumonia aguda”  administrativa.

Para a sociedade, tristemente, restou encurralar-se em suas casas na tentativa de preservar suas vidas e tendo que aprender a conviver com o medo e o terror, agora é normal, andar numa rua qualquer e assistir um assassinato, virou situação corriqueira, esta dentro de um ônibus, geralmente no horário da tarde e noite na hora  do retorno para o  lar após um dia de trabalho, ser vítima de assalto, já não bastasse o péssimo serviço de transporte público, também não oferece segurança alguma.

Aqui se matam vários hoje e ainda ficam encomendados e amarrados os programados para morrer no outro dia.

Aos poderes (Executivo, Legislativo e judiciário) fica a grande interrogação, onde vamos parar com tanta impunidade? A população espera ansiosa por uma ação social capaz de combater a violência em outros moldes, pois, este velho e arrogante ainda promulgado por vocês já mostraram e mostra atualmente que está  falido e não muda em nada a realidade brutal vivida pelos milhares de alagoanos. Construir espaços de sociabilidade, política de emprego e moradia com certeza trará um aspecto novo e diferente para o qual o povo tanto espera.

Mudanças na política são indispensáveis para a minimização da violência, inserir o povo pobre no mercado de trabalho, a juventude na escola é também uma garantia de combate a violência, ir pra televisão dizer que vai aumentar a tropa, fazer uma segurança ostensiva é novamente utilizar de suas práticas paliativas que não resolverá nada ou até mesmo piorará a situação, este tipo de prática já vemos todos os dias e há muito tempo e nunca resolveu e ao que me parece, não resolverá.

Garantir uma Política Pública eficiente, seriedade e aplicabilidade correta e justa do erário público bem como uma administração transparente é mostrar para a sociedade que existe possibilidades reais de sairmos deste estado de alerta e medo, o povo  não agüenta mais essa banalização da violência que mata pais, mães e filhos  e ameaça uma grande maioria da sociedade que vive nas grotas, favelas e bairros populares.


http://www.webartigos.com/articles/71370/1/Alagoas-Seguranca-Publica-e-Caotica/pagina1.html




Noticias da violência: 




Não é mais banal é natural. A Naturalização da violência

0 comentários


Outro dia ouvir de alguém cuja memória infelizmente não me deixa citar nestas palavras e frases que escrevinharei daqui pra frente. Essa tal pessoa tinha me comentado que está se tornando violento e assustador, atualmente, acessar sites e blogs em nosso querido Estado (Alagoas), “é um verdadeiro espreme e sai sangue!”.  É a brutalidade tão falada, vista e vivida por todos nós que pagamos impostos e temos que conviver com a possibilidade real de sermos mais uma vítima da violência a qualquer instante, até mesmo dentro de nossas casas é um verdadeiro estado de sitio é um toque de recolher à “moda moderna”.

Dando uma olhada nas noticias no dia dos namorados deparei-me com mais uma das inúmeras noticias por aqui e até no exterior sobre a carnificina vivida no estado de Graciliano Ramos. Em Joaquim Gomes, cidade da região da zona da mata, distante 63 km da Capital, aconteceu, mais um ato de naturalidade da violência. Segue abaixo a notícia:


Jovem que sofreu atentado semana passada foi morto neste domingo
19:42 - 12/06/2011


 Mais um dia de violência em Joaquim Gomes, como se não bastasse, depois de uma noite como de ontem, onde dois homens foram alvejados por pistola, um foi assassinado no local e o outro foi levado para o hospital, onde continua hospitalizado.

Agora pouco, por volta das 18h40min em pleno dia dos namorados dois homens invadiram a casa de José Cláudio da Silva, 23 anos e dispararam tiros de revólver contra o mesmo que acabou morto dentro do próprio quarto.


Este jovem que sofreu atentado semana passada foi brutalmente assassinado hoje.  Vítima do caos urbano e da desestruturação familiar enveredou-se pelo mundo das drogas deixando para trás qualquer possibilidade de uma nova inversão de viver.

Não quero aqui falar da situação do José Cláudio, entretanto, faço aqui, um desabafo de pai, contribuinte e cidadão. O mando do crime existente em todos os lugares ao qual nos deparamos no Estado deixou de ser banal, agora, tornou-se uma coisa natural corrente no dia a dia dos alagoanos.

E me angustio pensando aonde vamos parar com tanta violência? Até quando teremos que conviver com esta aberração nacional e internacional de nossa situação diante das covardias e traições, premeditadas, contratadas e arquitetadas para com vidas humanas, independentemente da situação (vitima), não foi dado o direito para alguém determinar o fim da vida de pessoa alguma. É assustador como aumenta a cada momento este sentimento de barbárie é isso mesmo! Vivemos no Estado de Alagoas um estado triste e aterrorizante de violência.

A nossa segurança pública está comprometida pela inércia parasitária, não funciona não combate, não explica e o pior, é duvidoso em sua eficiência, porque na eficácia, a distância já vai “pra lá de Bagdá”. Estamos revivendo o Velho Oeste, se Lampião fosse vivo e morasse em Alagoas, acredito, mesmo ele sendo o “cão chupando manga do sertão”, certamente estaria preocupado com sua vida, e mais, não seria da policia, obviamente, e sim dos bandidos que estão aos montes e por toda parte.
Já passou da hora de termos uma resposta ágil, que tranqüilize a população deste triste clima de terror e banditismo que possa finalmente exercitar uma eficiência na segurança pública com inteligência, agilidade e prevenção. Construir uma eficácia em suas execuções trará com certeza uma confiança hoje desejada a dar pela população ao sistema nosso de segurança pública.

Não agüentamos mais acordar e sair em destino ao trabalho e não poder afirmar para nossas famílias que no final do dia retornaremos para o encontro e o aconchego do lar, chega de ameaças, medo, roubos, assassinatos e toda forma de violência. Fazer investimentos na educação, garantir uma política de saúde decente, geração de emprego e apoio a agricultura é um tema estratégico para a segurança pública, pensar em abarrotar ainda mais os presídios não resolverá a questão. Investir no social, desenvolver os municípios também trará uma melhora significativa para o combate a violência.






A respeito da “PASSEATA DOS CARAS PINTADAS”

0 comentários

Foi top nas redes sociais e correios eletrônicos em todo Estado o chamado para a passeata. Com um tom mobilizador e apelativo ela têm como alvo principal, o pedido de impeachment do governador Teotônio Vilela Filho.


Esta semana, como um vírus digital, um e-mail chamado de "PASSEATA DOS CARAS PINTADAS", foi o assunto comentado em toda Alagoas. Sem ter nenhuma assinatura, responsáveis e nem entidades classistas que tenha assumido o prelúdio documento para a tal mobilização, até o momento o texto que roda na internet, nos bastidores da política e nas ruas, é desconhecida a sua origem.

O  manifesto trás no seu conteúdo uma verdadeira avalanche de denuncias e posições políticas confusas e contraditórias para alguém que realmente quer mobilizar pessoas para uma manifestação. Obviamente que o direito de protestar é dado a todos perante o regime democrático ao qual fazemos parte, entretanto, é complicado, espalhar de forma anônima um texto, fazendo análise – mesmo que muito vazia – e convocando o povo para tomar conta das ruas e nem se quer dizer ou assumir tal convocação. Anônimo não é ninguém.

Em conversa com um dos representantes do movimento unificado da greve dos servidores estadual e representante da CUT/Alagoas, Lenilda Lima, afirma para o blogdojosival, que não existe nenhuma deliberação ou articulação para tal mobilização e divulgação de documento. Para a sindicalista, a proposta espalhada na internet só atrapalha as negociações dos sindicatos com o governo estadual.

Para o secretário do gabinete Civil, Álvaro Machado, o chamado – obscuro - para o impeachment do governador Téo, “é uma tentativa despolitizada de desestabilizar um governo que foi reeleito pelo povo para seu segundo mandato”. Segundo Machado, ele teria conversado com o presidente da CUT (Isaac Jackson), que afirma que essa manifestação proposta à sociedade não tem nenhum incentivo e/ou participação da Central Única dos trabalhadores. Quem será então?

Consultados também pelo blog, os movimentos de luta pela terra em Alagoas (CPT, MTL, MST e MLST) afirmam não terem tido nenhuma conversa ou convocação para discussão do ato da sexta feira e que não terá a participação de nenhuma das organizações campesinas.

Não coloquei neste Post, o referido manifesto, como não se sabe de fato quem é o comando da manifestação, acho prudente não mostrar aqui, o documento divulgado. Porém, deixo aqui, perguntas que pairam no ar, sobre algumas questões do manifesto, eles afirmam ter “uns brinquedinhos” para serem utilizados e distribuídos entre todos os presentes no ato de impeachment do governador, então, fica abaixo as indagações.

1.      Quem é os “caras pintadas de Alagoas”?
2.      A respeito das 7.652 latinhas de tintas, a serem utilizadas no protesto, quem esta pagando?
3.   Os 5.899 narizes de palhaços e os 8.500 apitos, a serem distribuídos aos manifestantes, quem pagou por eles?
4.  O trio elétrico e os três carros de som confirmados para o ato, quem contratou o serviço?

Não é novidade a crise e o difícil entendimento  dos servidores público estadual e suas demandas com o governador Téo Vilela – a briga é desde o inicio do mandato - a crescente e assustadora onda de violência em todo Estado. Semana passada, assistimos perplexo a perca de controle do comando unificado da greve e os oportunistas de plantão que ocasionaram um verdadeiro quebra-quebra no prédio da Secretaria da Fazenda estadual, bombas sendo jogadas no quartel da Policia Militar e as ameaças feitas a cidadãos comuns que reclamavam do fechamento das principais ruas da Capital. O clima esquentou.

Se a proposta da mobilização retrata as dificuldades enfrentadas pelos diversos setores do governo, porque que os sindicatos e a CUT não foram chamados? É de estranhar uma mobilização que não apareça às lideranças envolvidas, é de uma tamanha irresponsabilidade promover atos que já em seu teor chamativo, traga nas entre linhas um sentimento de raiva capaz de gerar em algum momento situações de violência.

A nossa democracia - como disse anteriormente – nos permite reivindicar direitos, mais, é preciso primeiro, mostrar quem somos de onde viemos e o que queremos. Subjetividade e obscuridade nunca foram pertinentes para a negociação e entendimentos políticos. Nem tão pouco resolverá á toque de caixa, todos os problemas do Estado de Alagoas.

E a greve continua companheiro! (cena 3)

0 comentários



É amig@, bem que eu falei – escrevi na verdade – o bicho ta pegando! Se ontem eu achava que a situação poderia, até quem sabe melhorar, errei. Contava na verdade com um, certo, bom senso do governo alagoano diante das reivindicações dos servidores do Estado.

Hoje o bafafá foi grande, teve assembléia unificada, fechamento de ruas no centro da capital, protesto em frente a sede da secretaria de defesa social do estado, inclusive, os manifestantes servidores da policia militar e civil, gritaram em coro alto e de bom som, a saída do coronel secretário de segurança do estado, Dário César.

 A situação vem ultrapassando os limites de qualquer diálogo, se de um lado o governo usa da amadora forma de negociar, aliás, volto a repetir, os negociadores do governador são bons vendedores de amendoim.  Os servidores grevistas gritam aos quatro cantos sua revolta e identificam um ar de deboche por parte do governo para a situação do funcionalismo público.

Nem o secretário de agricultura, é parceir@! Ele mesmo, o Jorge Dantas, não conseguiu segurar os agentes públicos de sua pasta que hoje se manifestaram e ganharam as ruas em busca de seus direitos.

E a novela continua longa, chata e sem um fim visível não dá pra saber o que virá pelos próximos capítulos, espero que o diretor geral –Teotônio Vilela – mude o script e consiga realmente dar uma reviravolta no roteiro deste novelão. Vamos esperar os próximos capítulos.


      

Alagoas é o Estado da contradição

1 comentários



Com 3,2 milhões de habitantes, Alagoas,  segundo menor estado brasileiro. Rico em cultura, povo guerreiro, praias de estontear qualquer um diante de sua beleza, terra do boi e de Graciliano ramos. Amarga os piores índices sociais – assustadores – é o primeiro na lista dos mais violento do País. 

Na educação seus índices são alarmantes, para cada quatro alagoanos, um não sabe ler nem escrever. Na saúde, é caótica a situação, a mortalidade infantil não para de crescer e a cada momento que se caminha o povo fica mais distante do acesso as políticas públicas e são jogados em direção a marginalidade e ao crime.

A letargia administrativa que vive os poderes do estado causa uma enorme frustração e incerteza para a grande massa carente de Alagoas. Os avanços no seio da sociedade são irrisórios diante da real carência que se encontra a grande maioria. Comandado por um sistema político frágil o estado vem recentemente vivendo uma enxurrada de levantes por parte dos servidores públicos, diante da proposta oferecida pelo governador do estado, Teotônio vilela (PSDB), ao anunciar um aumento de 5,91% aos agentes públicos estaduais, sem ser aceita pelas entidades classistas, as greves começaram a pipocar nos principais setores do Governo Estadual.

Se já não bastasse a dificuldade de se restabelecer a política salarial dos servidores, esta semana, os deputados estaduais de Alagoas querem colocar em votação a derrubada do veto dado pelo governador ao aumento de salário dos nobres deputados. Com um duodécimo orçado em R$119,5 milhões a ALE (Assembléia Legislativa do Estado) através do presidente da casa, deputado Fernando Toledo (PSDB), afirma que precisa de mais 8 milhões para garantir o aumento dos deputados, o  “mixo” salário que é de R$ 9.600 aumentará para a “bagatela” de R$ 20 mil reais. Tido como inconstitucional pela procuradoria geral do estado, o aumento também fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O resultado deste filme de terror, como de costume, terminará em caldinho de feijão, claro, e certo, o povo não se deliciará com este caldo. Com projetos e a prestação de contas do estado, dos anos de 2007 a 2009 sem serem apreciados pela casa, certamente será utilizado como instrumento de barganha e negociação, ou seja, a artimanha da política ruim não tem nenhum compromisso real com a situação horrorosa que vive o povo. Não interessa se o estado falta tudo, o que não pode faltar é o “nosso”, a casa de Tavares bastos vive um estado constante de “parada política” com filas de projetos para serem aprovados, agora, se não sair o aumento, não sai é dana! E o povo, mais uma vez, “já era Parceir@”.

Outro dia li um post publicado no blog do Odilon que mostra uma verdadeira farra com o erário público, é dinheiro público! Gastos sem licitação e o que parece, sem o mínimo de critérios e compromisso com o poder público, confiram parte da matéria logo abaixo.

 

1. Até abril, os deputados usaram R$ 40,3 milhões para pagar as próprias despesas, entre elas, a verba de gabinete;
2. Em abril, os deputados contrataram um bufet para as sessões legislativas. Conta de R$ 6.221,00. Dinheiro fracionado, para burlar a Lei de Licitações;
3. Em novas despesas fracionadas, em abril, os parlamentares gastaram R$ 15.876,64 para comprar papel ou artigos de escritório. E até hoje falta papel, nos gabinetes;
4. R$ 10.800 (também em abril) em despesas fracionadas, sem licitação, para o conserto dos computadores, sempre problemáticos (e como quebram por lá);
5. O gasto acima foi com uma única empresa- a mesma contratada para todos os serviços nos computadores legislativos. Para dar ares de um “rodízio” na hora de gastar, contratou, sem licitação, outra empresa. E R$ 6.500,00 em dinheiro público.
6. Em serviços eletrônicos- sabe-se lá onde- R$ 4.835,00. Novidade? Sem licitação e despesas novamente fracionadas. Em abril;
7. Também em abril, R$ 11.499,31 com a polêmica Elógica. Tudo sem licitação e despesas fracionadas;

É estarrecedor – o óleo de peroba – dos nossos parlamentares, o que mostra a mínima responsabilidade com a miserabilidade que se encontra o estado e seu povo, eleger-se com o jargão que trabalhará para o povo, na prática, ficará para outro momento.
Josival oliveira

Free Website templatesFree Flash TemplatesRiad In FezFree joomla templatesSEO Web Design AgencyMusic Videos OnlineFree Wordpress Themes Templatesfreethemes4all.comFree Blog TemplatesLast NewsFree CMS TemplatesFree CSS TemplatesSoccer Videos OnlineFree Wordpress ThemesFree Web Templates