Chocolate para todos

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Aproveitar momentos, dar uma parada para refletir, observar distante a própria vida é usar da sabedoria do observar. A correria que  sufoca o dia a dia, nos deixa sem a percepção de que se faz necessário uma parada estratégica para seguir de forma vencedora.

Continuar na caminhada da vida, se vacilar, nos deixa amargo e endurecido. Refletir para uma vida melhor é também, olhar para dentro de si mesmo e poder de forma séria e adulta, conduzir os erros e os acertos para numa direção capaz de revelar para si mesmo, o seu verdadeiro papel no mundo, na sociedade e em sua casa.

E porque não refletir, de uma história, mesmo que seja religioso, não interessa! Interessante é podermos enxergar além do próprio fato – o acontecido histórico, não pode ser compreendido simplesmente por uma visão ou ato.

Descobrir a verdadeira essência de nossa existência passa, com certeza, pela compreensão exata de onde realmente queremos chegar ou para onde queremos ir, e quem levaremos juntos.

Nossa participação no mundo perpassa pelo que queremos e a visão de mundo que gerenciamos dentro de nosso interior. Claro que cada um ou uma, tem, de fato, o direito de escolher qual o caminho a seguir.

Perceber a importância de todos em nosso meio, trará, isso mesmo, trará um espírito coletivo com força sentimento e razão, e neste mundo selvagem, pouco utilizado, e quase nunca tido como estilo de vida. Pensar em si próprio nem sempre é a melhor pedida.

Os desastres sociológicos que questiona o próprio causador é uma conseqüência do não espírito coletivo, mudar a razão e o  rumo com expectativas boas de relacionamento e lucidez no querer faz um conjunto de idéias boas e simples com forte tendência a elevar o sentimento e a razão a fim de vencer os desequilíbrios mundial.

Crescer consolidando a harmonia é um desafio da humanidade, respeitar o coletivo é reafirmar a importância de todas e todos no globo. Trazer a simplicidade como estilo de vida fará do homem, mais humano e coletivo, combaterá a impunidade e a falta de amor. Construir o caminho com humildade e simplicidade será a busca pelo certo igualitário, consolidará o desejo comum, derrubará as barreiras da intolerância, e mostrará a importância de um, ajudar ao outro, sem saber, nem mesmo há quem esta ajudando. Construir espaços, dividir o conhecimento e a informação, dividir o poder, com certeza, esse, um dia será o melhor chocolate a oferecermos todos os dias - não apenas um dia no ano - para todos.
Josival Oliveira
  

Noite e madrugada em Maceió, foi de muita chuva, raios e trovões

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Noite e madrugada de ontem em Maceió, foi de muita chuva, raios e trovões.  O temporal que atingiu toda a capital  alagoana causou muitos estragos, foram alagamento, deslizamento de terra, ruas e avenidas completamente alagadas,  moradores desabrigados e como não poderia esta   de fora da “onda”, feito reprise de novela na  TV – faltou também a nossa famosa, energia elétrica.

Mais uma vez a população é vítima, não somente da chuva, mas,  do descaso administrativo  da falta de planejamento e monitoramento das áreas de risco.

Pasmem!  Hoje, depois da bagaceira acontecida  e com previsões de mais temporal para o decorrer da semana em Maceió – os vereadores começam a discutir, apresentar requerimento para cobrar o planejamento e monitoramento das áreas de risco à prefeitura. Engraçado, ou triste, deixarei para quem ler este post escolher o sentimento que represente este momento (de quem escreve, é de tristeza!), imaginem, os nobres vereadores deixam pra discutir e cobrar soluções para a população depois que ela é vitalmente afetada. Veja abaixo a fala da vereadora em plenário, hoje, na câmara municipal de Maceió.

“A previsão para este inverno é de chuvas rigorosas e é preciso que estejamos preparados desde agora. É importante que as ações sejam feitas”, destacou a vereadora. De acordo com Silvânia Barbosa, a administração municipal precisa estar organizada desde já e aproveitar os dias que antecedem a previsão para realizar obras e limpeza de galerias. veja matéria


Não compreendo, passamos pelo verão, estamos deixando o outono e agora é que os representantes do povo na capital é que vai cobrar a limpeza dos esgotos, galerias e ruas de Maceió? Parece-me mais uma piada! Ou seria uma forma descabida de mostrar a sociedade uma preocupação, ora penso eu, atrasada – prefiro denominar assim – se não limparam no verão, vão limpar no inverno?

Nossos vereadores precisam ser ágeis, não dá pra esperar mortes e desabrigados pra discutir a dura e triste realidade ao qual vive a  população menos favorecida. Cobrar da administração pública e gerar leis que garantam a integridade de homens, mulheres, jovens e crianças é uma questão fundamental, preservar vidas, evitando que as mesmas sejam vitimas de causas naturais e do despreparo administrativo de nosso poder executivo.

Para a ex-senadora e atual vereadora, Heloisa helena (PSOL), a defesa civil municipal tem em mãos um estudo sobre as áreas de risco, que foi apresentado aos vereadores em audiência pública, inclusive, em 2010, teve incluso no orçamento, R$ 1 milhão de reais por meio de emenda de sua autoria. O que precisa na verdade é ser colocado em prática pela defesa civil do município.

Massacre de Eldorados dos Carajás, 15 anos de impunidade

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Há 15 anos - precisamente no dia 17 de abril de 1996 - no estado do Pará, 19 trabalhadores sem terra foram mortos, 69 feridos, todos, pela policia militar. Ordenados pelo então, Governador na época, o tucano Almir Gabriel. Foi o Massacre de Eldorado dos Carajás.

Não fugindo a prática – como sempre - mais uma impunidade aferida contra trabalhadores permanece até os dias de hoje sem nenhuma punição aos assassinos policias, responsáveis pelo massacre.

São 15 aos de massacre e nenhum dos assassinos pagaram pelos seus atos!

Em solidariedade  a luta dos camponesas e camponeses sem terra e aos lutadores que tombaram no 17 de abril, deixo um vídeo da musica Funeral de Lavrador (Chico Buarque) para nossa reflexão.






A REFORMA AGRÁRIA
Art. 184 - Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte anos, a partir do segundo ano de sua emissão, e cuja utilização será definida em lei.

§ 1º - As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro.
§ 2º - O decreto que declarar o imóvel como de interesse social, para fins de reforma agrária, autoriza a União a propor a ação de desapropriação.
§ 3º - Cabe à lei complementar estabelecer procedimento contraditório especial, de rito sumário, para o processo judicial de desapropriação.
§ 4º - O orçamento fixará anualmente o volume total de títulos da dívida agrária, assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no exercício.
§ 5º - São isentas de impostos federais, estaduais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária.




Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, diz para seus aliados esquecer o “povão”

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Após três derrotas eleitorais, presos na masmorra política, a oposição, digo, PSDB e DEM, engolem de forma ríspida e com muito ácido, o manifesto escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – aquele que trocou a vale do rio doce, por meia dúzia de bananas – para a Revista “Interesse Nacional”. 

Com o antídoto e as “chaves” na mão, FHC diz para seus aliados esquecer o “povão” e direcionar suas ações políticas na classe média. Disputar com o PT, a influência dos movimentos sociais, dos favelados, sem saúde, moradia, reforma agrária e sem nada é continuar na masmorra.

Para o gladiador tupiniquim, FHC – ele mesmo! Aquele que proporcionou um verdadeiro melífluo no congresso nacional, neste caso, não com mel, mais com muita “bufunfa” para a sua reeleição – é preciso utilizar a internet, criar um exército digital para conquistar o eleitorado.

Cavalgando num rumo contrário ao que pensa os lideres tucano, Fernando Henrique, causa um enorme desconforto entre seus aliados, e a grande maioria dos “bicudos” o sociólogo pode até ter lá suas razões, agora, deixar de se aproximar cada vez mais das organizações sociais e da grande massa, é remar, contra amare, “isso é algo terrível, é uma espécie de renúncia à chegada à Presidência” falou o senador Demóstenes Torres, do DEM.

Diante da disputa interna que passa o PSDB, e a enorme influência mineira no comando do partido, não dá para prevê o êxito da nova linha política ao qual o ex-presidente tenta solitariamente e textual, direcionar com “mágica” pragmática aos rumos da oposição. A confusão é grande.

Fernando Henrique cumpre de fato suas palavras. Quando presidente, disse “esqueçam o que eu escrevi”, realmente é isto! Ele, também fez o mesmo. Esqueceu do plano real, que lhe rendeu dois mandatos de Presidente, e de seus eleitores que na época eram os desinformados e carentes, que lhe confiaram o comando do país. E que hoje encontram-se justamente, na classe média.
Josival oliveira

Comércio de armas no Brasil

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Esta semana reacendeu a discussão em Brasília, motivados pelo sentimento da chacina de realengo, nossos políticos querem rediscutir a venda de armas no Brasil, estão propondo uma nova consulta ao povo brasileiro sobre a venda de armas no país tupiniquim.  Em 2005 foi realizado um referendo  com a seguinte pergunta: “O comercio de arma de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?” com 64% dos votos, ganhou o não. E armas continuam sendo comercializadas com limitações imposta pelo Estatuto do desarmamento.

Segundo a ministra de direitos humanos, Maria do Rosário, existe no Brasil 16 milhões de armas e metade delas encontra-se na ilegalidade. 

Combater o comércio ilegal de armas tem que ser uma prática rotineira em toda a federação. O que fico a pensar - plebiscito, para votarmos a mesma coisa novamente? - tudo bem, agora, uma pergunta que não vejo resposta, há quem realmente interessa o novo plebiscito?

Acreditando na lei do desarmamento, o cidadão comum entregou a arma que tinha em sua residência. Mesmo assim é assustador o acesso fácil a armas no Brasil, e o que parece a modo rápido é que as armas que são compradas no mercado legal estejam caindo em mãos erradas, verdade! Agora, e o comercio ilegal que ainda perdura por maus policias que vendem e armam os bandidos, continua à luz do dia.

Sinceramente, todos esperam que esta questão seja superada e as armas terem realmente um controle, agora, respostas com ações demagógicas, rediscutir o que já foi discutido com a população parece mais uma justificativa do que não aconteceu de fato com a lei do desarmamento.

Uma discussão continua a favor do desarmamento é preciso, entretanto, faz necessário discutir também as conseqüências e resultados práticos da lei do desarmamento. O interessante também, era saber as medidas e investimentos do governo federal em nossas fronteiras – portal de entrada das armas ilegais no país – uma política pública de segurança eficaz e uma melhor política salarial para as policias,  uma campanha decente e permanente de conscientização  sobre o uso de arma de fogo.

Com certeza, ações destas. Será mais produtivo para o país e o povo, do que ficar querendo criar gastos ao erário público, que além de não diminuir a violência, só aumenta mais o tráfico e uso ilegal da mesma.

 Josival Oliveira

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