
A bela cidade mostra atualmente
o trabalho do poder executivo municipal, uma mudança significativa em vários de
seus aspectos, que ontem eram negativos; diminuiu o lixo a saúde esta sendo
tratada com responsabilidade e atualmente é bonito ver veranistas e turistas
voltarem a frequentar a bela praia do litoral norte alagoano.
Claro que a cidade
ainda vive, os seus problemas sociais. O CRACK, a violência, desemprego, moradia,
roubo e o clima de insegurança ainda é sentido por todos que residem na cidade,
sem falar que a paradisíaca praia tem ruas com esgoto correndo a céu aberto.
Mais o que me faz escrever e levar ao
conhecimento de quem por acaso ler este Post
é que a cidade vive uma situação de descontrole e de total falta de respeito
com o cliente, este problema mais uma vez é ocasionado pela Eletrobrás –
distribuidor Alagoas.
A realidade é absurda! Praticamente
todos os dias a população esta sendo obrigada a conviver com a falta do fornecimento
de energia em horários vários; pela manha, à tarde e a noite, sem falar que,
pela madrugada é o momento rotineiro para a falta de energia. Imagine a
situação do comerciante local que depende deste fornecimento para garantir o
funcionamento e a conservação de seus produtos em frízer e geladeira, a espera
do cliente.
A causa da falha no
fornecimento de luz elétrica oferecido na linda “Paris” – como é chamada
carinhosamente a cidade pela população - pela Eletrobrás é algo obscuro para a comunidade,
não existe uma explicação da verdadeira causa das falhas constantes no
fornecimento de energia sem falar no serviço de atendimento ao cliente (SAC),
este ai, já era! É horroroso. Os funcionários
que atendem os clientes não conseguem informar de forma correta e a verdadeira causa
da falta constante de energia.
Suas explicações e
justificativas muitas das vezes ou quase sempre não esclarecem ao cliente, a
causa e o tempo de solução do problema, este, continua sendo ainda um mistério.
A Eletrobrás precisa
tornar o seu serviço de fornecimento ágil, igualmente ao sistema de cobranças e
corte que a mesma executa quando não é feito o pagamento, bastam 15 dias
apenas, para a empresa enviar seus representantes para “passar o alicate”.
O sentimento é de
abandono e desrespeito ao cidadão que paga caro pelo fornecimento.
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