Os políticos e suas estratégias
Marcadores: estratégias, políticos 0 comentáriosA Democracia é um regime que requer o máximo de compreensão e consciência política e, assim, poder fazer valer seu verdadeiro sentido num País como o nosso! Esse seria o melhor aspecto e a única saída de fato ao qual precisamos para conter os abusos e espertezas que nos torna vítimas de abusos políticos todos os dias em nossa terra Tupiniquim.
Políticos de má fé, levianos e sem o menor escrúpulo, utilizam do erário público como se fosse “seu” e com a cara de pau que tem, roubam, roubam e ainda tem a coragem de aparecer em seus redutos eleitorais para desfazer a verdadeira opção que “ele” o político bandido, faz com o seu dito mandato e/ou cargo público que, muitos assumem apartir de seus conchavos e acordos políticos.
Veja aqui, algumas das estratégias utilizadas por nossos políticos quando não conseguem esconder suas pilantragens, roubos e desvios para debaixo do tapete.
1. Deslegitimar a imprensa
Uma das formas de defesa mais comuns dos políticos é desqualificar os veículos de comunicação que denunciaram seus crimes, e se colocar como vítimas de perseguição.
2. Ficar em Silêncio
Quando as acusações se tornam graves e os indícios, difíceis de serem negados, muitos preferem evitar aparecer na imprensa e simplesmente não se manifesta sobre o assunto.
Pedir Investigação
Acuados por indícios claros de irregularidades, simplesmente negar as acusações pode não ser o suficiente: pedir para que a justiça abra investigação e dizer que sua vida é um livro aberto pode reverter o jogo para o político acusado.
Apelar para família
4.
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Uma das formas de despertar a empatia da população é tentar humanizar a própria imagem. Demonstrar amor à família é uma das estratégias possíveis, já que apela para os valore mais íntimos do eleitor.
Partir para o contra ataque
5.
P
O maniqueísmo pode ser uma forma de defesa para um político acuado. Ao ser acusado de alguma irregularidade, uma saída pode ser deslegitimar o acusador e esperar que o público enxergue uma disputa de “bem” e “mal” na situação. “Quebrar a credibilidade do oponente é uma técnica antiga do discurso e da argumentação”.
6. Insinuar interesses políticos
Colocar-se no papel de vítima do grupo político oposto é uma das estratégias mais populares entre pessoas públicas acusadas de irregularidades. Ao mesmo tempo em que se defende, o político aproveita e coloca em questão a credibilidade dos opositores. É a política de redução de danos.
7. Admitir e entregar colaboradores
Quando a situação se torna insustentável e os indícios de irregularidades são incontornáveis, resta ao político tentar “sair por cima”. Uma saída é aproveitar a oportunidade para entregar outros políticos corruptos e, assim, tentar, pelo menos, dividir o ônus da humilhação pública.
8. Dizer que “todo mundo é assim”
Talvez esse seja o mais grave de todos. Para tentar evitar maiores danos em sua imagem, políticos, muitas vezes, declaram que suas ações, ou a ação de homens públicos a ele ligados, apenas repetem um padrão comum entre todos os políticos.
Essas são algumas das várias estratégias utilizadas por políticos para mascarar seus desvios e mutretagens. Claro que estas atitudes afundam cada vez mais a credibilidade do político brasileiro, que a cada escândalo se tornam mais comuns e parecidos.
E você, já pode perceber algum político utilizando-se destas prática/estratégia?
Créditos para Frank William
Josival Oliveira @blogdojosival às 00:01
Lei Maria da Penha, 5 anos de existência e resistência
Marcadores: Lei Maria da Penha, mulher, violência 0 comentários“ Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.” LEI 11.340
| Farmacêutica Maria da Penha, que dá nome à lei contra a violência doméstica. |
Considerada pelas Nações Unidas, como uma das três melhores leis do mundo, que protege à mulher e é um meio rigoroso de combater a violência doméstica, faz hoje (07/08), 5 anos de existência e resistência.
Com uma produção de mais de 300 mil processos, mais de 100 mil sentenças proferidas e mais de 50 mil medidas de proteção à mulher, mesmo com estas ações e dados significativos para o combate a violência contra a mulher, infelizmente, ainda é uma realidade, a violência doméstica no País, mulheres continuam sendo espancadas, violentadas e tratadas com "Intolerância e Preconceito"
Essa lei foi criada com os objetivos de impedir que os homens assassinem ou batam nas suas esposas, e proteger os direitos da mulher. Segundo a relatora da lei Jandira Feghali “Lei é lei. Da mesma forma que decisão judicial não se discute e se cumpre, essa lei é para que a gente levante um estandarte dizendo: Cumpra-se! A Lei Maria da Penha é para ser cumprida. Ela não é uma lei que responde por crimes de menor potencial ofensivo. Não é uma lei que se restringe a uma agressão física. Ela é muito mais abrangente e por isso, hoje, vemos que vários tipos de violência são denunciados e as respostas da Justiça têm sido mais ágeis.
A lei significa uma grande conquista para as mulheres brasileiras – uma luta de todas e todos - pois incorporou o avanço legislativo internacional e se transformou no principal instrumento legal, no enfrentamento da violência doméstica, contra a mulher no Brasil.
Josival Oliveira @blogdojosival às 11:38
Pelé e Dilma
Marcadores: Dilma, Pelé 0 comentários![]() |
| Imagem -deunatelhadabahia.com |
Josival Oliveira @blogdojosival às 20:15
As doações ao PP
Marcadores: doações, políticos, PP 0 comentáriosO mapa de todo o esquema das contribuições das empreiteiras que com obras irregulares repassaram contribuições "singelas" aos políticos do PP.
Josival Oliveira @blogdojosival às 01:15
Gasto com reforma agrária é o mais baixo em dez anos
Marcadores: Reforma agrária 0 comentáriosPor Jornal Floripa
O investimento do governo na ampliação da reforma agrária é, neste primeiro ano da gestão de Dilma Rousseff, o menor desde 2001. Até agora, foram usados R$ 60,3 milhões para desapropriar novas áreas e transformá-las em assentamentos de trabalhadores rurais sem-terra --uma queda de 80% em relação à cifra desembolsada no mesmo período do ano passado. No auge do investimento em reforma agrária, em 2005, o governo Lula gastou R$ 815,2 milhões até julho. Tanto em termos absolutos quanto em percentuais, esse é o valor mais baixo da era petista até julho. Pelos mesmos critérios, o montante também é menor do que o registrado nos dois últimos anos do governo Fernando Henrique Cardoso. Para fazer o levantamento, a reportagem usou o sistema do Senado que acompanha a execução orçamentária federal, cujas informações mais antigas são de 2001. OUTRO LADO O Ministério do Desenvolvimento Agrário confirma que houve uma "mudança de foco" e que sua prioridade hoje é "qualificação dos assentamentos", com o aumento do gasto com crédito para pequenos agricultores e com o desenvolvimento de projetos já implantados. Em nota, o ministério informou que os "esforços empreendidos pelo Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] consistem em estabelecer a consolidação da estrutura já alcançada no meio rural, a fim de permitir desenvolvimento aliado à sustentabilidade". |
Josival Oliveira @blogdojosival às 00:50
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